Inicial    |    Nossa História    |    Produtos    |    Serviços    |    Dicas Úteis    |    Fale Conosco
 
 
   
 



Pressão

O pneu com baixa de pressão de 30% leva a uma perda média de 50% na sua vida útil. Com um excesso de 30%, perde-se 15%. A pior condição, e a que mais ocorre, é a falta de pressão. Entre outras implicações, ela causa aumento de consumo de combustível, que aliado à alta velocidade, pode levar à desagregação de rodagem. Por isto, deve-se verificar a pressão constantemente, com o pneu frio. Quando quente, o pneu aumenta a sua pressão, o que já é previsto na recomendação de pressão a frio. Deve-se usar sempre tampinhas nas válvulas, para evitar que se aloje pó na entrada, que impelido pelo núcleo na hora da calibragem, risca o curso e causa vasamentos. Em viagens, para compensar o aumento de temperatura gerado pela velocidade, aumentar 2psi sobre a recomendação normal.

Velocidade
O desgaste de pneu a uma velocidade de 105km/h é 50% maior que a 80km/h.

Temperatura Ambiente
O desgaste de pneu rodando a uma temperatura ambiente de 38ºC é 35% maior do que a 27ºC.

Perfil Topográfico
O desgaste de pneu rodando em traçados montanhosos é duas vezes maior do que em traçados planos.

Limite de Segurança
O limite de segurança de um pneu é 1,6mm de profundidade dos sulcos. Existem ressaltos no fundo dos sulcos que indicam quando o pneu atinge este limite, abaixo do qual o pneu não dá drenagem adequada de água e proporciona elevados riscos.

Rodízio
Deve-se fazer o rodízio dos pneus a cada 5000km, para manter a rodagem e o comportamento do carro uniformes.

Mistura de Pneus
O correto, para estabilidade total do veículo, é ter pneus iguais em todas as posições. Permissível embora causando problemas de instabilidade em freadas e curvas, seria a colocação dos pneus com maior capacidade de aderência no eixo traseiro. Quaisquer outras alternativas podem levar à riscos mais sérios.

Balanceamento
O desbalanceamento, além de desconforto que traz ao volante, causa desgaste irregular e prematuro dos pneus, perda de tração, perda de estabilidade e desgaste mais acelerado dos terminais. Deve-se também balancear todos os pneus, não só os do eixo dianteiro. Um desbalanceamento estático de 50g num conjunto de aro 15, a 80km/h, produz um desbalanceamento dinâmico de 41.000g (41 Kg).

Alinhamento de Direção
Inclusive para o rendimento dos pneus, deve-se manter o veículo sempre em boas condições de geometria de direção (alinhamento). Os desvios de geometria mais frequentes, e que causam maior desgaste dos pneus, são câmber e convergencia. Também irregularidades no amortecedores, freios e rolamentos influem no desgaste dos pneus.

Câmaras
A cada vez que se troca um pneu velho por um novo, deve-se também ser trocada a câmara. Mesmo não tendo grandes reparos, a câmara usada está fadigada, perdendo sua elasticidade e dimensões originais.

Pneus sem Câmara
Ao contrário do que se pode pensar, os pneus sem camaras são mais seguros do que os convencionais. Pois quando eles furam o vazamento é bem lento levando dias para esvaziar completamente e não há risco do veiculo se desgovernar. Alem disso sua quilometragem é maior por não haver atrito pneu/câmara fazendo com que o pneu rode mais frio.

Pneus Radiais
O pneu radial, dada a característica de disposição das lonas da carcaça e a adição de cintas estabilizadoras, reduz ao mínimo a movimentação interna do pneu. Por isto, proporciona maior quilometragem, redução no consumo de combustível, maior tração e capacidade de drenagem, respostas mais rápidas ao volante, maior resistência a impactos e furos e melhor controle em curvas. Por estes benefícios somados, ele é também mais seguro.

Sobrecarga
Um pneu com sobrecarga de 30% leva a uma perda média de 40% na sua vida útil. A sobrecarga gera também perda de recapabilidade e aumento no consumo de combustível, podendo levar ainda a quebras na carcaça e até desagregação da rodagem. Por isso, é recomendável que se observe cuidadosamente os limites de carga dos pneus.

Emparelhamento
Nos caminhões leves, o desemparelhamento em rodas duplas causa excesso de carga no pneu maior e arraste no menor. O desemparelhamento entre lados do mesmo eixo provoca transferência de peso e, consequentemente, tende a haver sobrecarga em um dos lados. Isto ocorre não só quando eventualmente se monta pneus novos junto com pneus usados, mas, também com pneus novos, quando um está no limite superior da tolerância e outro no limite inferior. Não deve haver diferenças superiores a 7mm de diâmetro ou 21mm de perímetro, entre pares de pneus.

Rodas
Rodas excêntricas e empenadas produzem desgaste irregular nos pneus, semelhante ao do desbalanceamento. Quando se troca de pneus por outros mais largos, em rodado duplo, é preciso atentar para o espaçamento entre rodas. Não só o espaçamento incorreto gera aumento de calor nos pneus, mas, pode inclusive levar a atritos entre os flancos, quando da flexão causada por irregularidades na pista.